• Luis Gonçalves

Constância, terra de poesia

Updated: Jan 10



Repete-se nas terceiras Quartas-feiras de cada mês


A sedução do encontro do Zêzere com o Tejo, ponto a partir do qual se estende Constância colina acima, encimada pela Igreja Matriz, foi, desde o século XVI, local eleito para a permanência de ilustres figuras durante temporadas.

Dom Sebastião aqui se refugiou da Peste Negra que assolou Lisboa. Concedeu a Punhete (nome de Constância até 1836) o foral em 1571.


Seu porto era dos mais importantes na linha do Tejo, sendo destino de cargas e descargas de mercadorias e pessoas, entre as quais Camões. Evocando as Ninfas do Tejo, inspirou-se para escrever sobre a beleza da vida e os feitos dos Portugueses.

Imagine-se o Tejo e o Zêzere sem barragens. A confluência dos rios emprestavam cenários como se de famosos lagos se tratasse, como é o Lago Constance.

Terra que acolheu Ministros, reis e rainhas, como é o caso de Passos Manuel e de D. Maria II e de seu marido D. Fernando da Austria, o rei Artista, é terra de poesia.

Constância foi credibilizada como terra das letras e artes com a visitas frequentemente duradoiras de Vasco de Lima Couto, em cuja memória foi aberto um museu privado; Alexandre O'Neill, que deu o nome à Biblioteca Municipal, Batista-Bastos, Helena Torrado, e tanas figuras publicas.

Chegar, ouvir e partir, não é a mesma coisa do que chegar, escutar, vivenciar e ficar. Para ficar curtos ou longos períodos, encontra as melhores condições nos Alojamentos de Constância.

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